sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sessão sobre a segurança na Internet



Durante a Semana da Internet Mais Segura fizemos sessões nas escolas do 1º ciclo sobre os cuidados a ter quando se navega na Net.
Nesta sessão tivemos a ajuda de três alunos do 8º ano da professora Sofia, de TIC, da Tecnopólis, para explicarem a sua experiência na Internet.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A Lenda do Palácio sem Portas

Participando no Projeto Conhecer a Cidade a turma da professora Ana Paula Câmpoa encenou um teatro de fantoches que conta a lenda do Palácio sem Portas, estranho edifício que existia em Odeaxere, no tempo dos mouros.
A técnica Tânia Fernandes, da Câmara Municipal de Lagos, ajudou a dinamizar esta atividade.
Primeiro leram a lenda, depois construíram os fantoches e, por fim, fizeram o teatro!




O Palácio sem Portas (1597)

Próximo de Lagos, no caminho para Odiáxere, houve em tempos uma horta e dentro desta um estranho prédio alto. Não tinha uma única abertura e tanto janelas como portas eram fingidas. Telhado, também não tinha. Sobre toda a extensão do prédio corria uma grande açoteia. Ao que parece, esta extraordinária construção durou alguns séculos assim, sem préstimo para ninguém.
Aquela horta pertencia a uma pobre família que nada mais tinha de seu e por isso ali habitava nuns casebres, procurando viver com o cultivo daquele bocado. Ora aconteceu que quando se mudaram para lá, a mulher não podia dirigir- se à nora que não lhe aparecesse um mouro a convidá-la, por acenos, para se aproximar. Ela fugia ao inquietante convite, mas o mouro vá de segui-la até casa, ou até que alguém lhe saísse ao caminho.
Durante muito tempo a mulher ocultou ao marido a história do mouro, mas, constantemente perseguida, acabou por contar tudo ao companheiro, tanto mais que aquele negócio a trazia irritadiça e adoentada.
O marido, que era um homem fino, ouviu o extraordinário relato e viu logo que se tratava de um mouro encantado, em busca de auxílio. E assim, animou-a e aconselhou-a a ouvir o que o homem tinha para dizer, uma vez que, face à miséria em que viviam, podia ser que, com um pouco de sorte, lhes viesse a caber alguma coisita do tesouro que o mouro devia ter escondido, como ele tinha ouvido contar de vários casos semelhantes.
Ficou mais calma a mulher e, um dia, deixou o mouro aproximar-se, prestando-se a ouvi-lo. E o homem contou-lhe, então, com voz branda e terna, que estava ali encantado há muito, esperando por quem ajudasse ao seu encantamento. Junto a si conservava uma fortuna em ouro e pedras preciosas que de bom grado daria a quem auxiliasse.
-Mas, o que é preciso fazer para o desencantar? - perguntou a mulher, com os olhos já  a brilhar só de  pensar na futura felicidade dos seus.
-É necessário que alguém mande construir aqui uma casa com janelas às quais ninguém se assome, com portas por onde ninguém possa entrar e com telhado em que não se use telha. E, por fim, é preciso que a casa assim permaneça um século, e só depois seja aproveitada para qualquer coisa.
As condições desanimaram a mulher. Em primeiro lugar, eles não tinham dinheiro para construir fosse o que fosse, e depois ia ser a chacota da vizinhança um prédio sem portas, sem janelas, sem telhado. No entanto, contou tudo, tintim por tintim, ao marido.
Este ouviu-a e, por fim, respondeu peremptório:
-Não há dúvida, mulher! Mãos à obra e construa-se o prédio tal qual como ele o quer!
-Mas, ó homem, aonde vamos nós buscar o dinheiro para isso?
-Ao trabalho, está bom de se ver! Ao trabalho e às privações! Trabalha-se enquanto se puder, hipoteca-se a horta, empenham-se as tuas argolas e os teus brincos…e sempre a trabalhar! Verás que há-de valer a pena!    
E assim fizeram. Ao fim de algum tempo de duros sacrifícios de toda a família, o prédio foi construído, exatamente como o mouro recomendara.
Foi então que ele voltou a aparecer, para grande júbilo da mulher, que nunca mais o voltara a ver. E nessa altura, levantou uma grande laje que havia no chão, que ela nunca reparara, puxando-a  por uma grossa argola, pondo a descoberto uma imensa riqueza em ouro e jóias. O mouro entregou à mulher todos os valores e despediu-se dela, agradecendo infinitamente o bem que lhe fizera dando-lhe um beijo.
Beijo de fogo, porém! A infeliz sentiu-se imediatamente uma secura num ardor de garganta tais que parecia estar a consumir-se em fogo. A partir de então não conseguiu voltar a ingerir qualquer alimento sólido.
Durante largos meses sobreviveu a pobre à custa de caldos de leite, num sofrimento atroz. Por fim, cansada de tanto sofrer, fechou os olhos e deixou-se morrer. Por algum tempo, marido e filhos choraram a sua morte, mas, como quase tudo na vida, nestas coisas de sentimentos acabaram por a esquecer. Tanto mais que estavam ricos e felizes.
Quanto ao prédio, que como a mulher calculara era motivo de estranheza, continuou intacto e bizarro mais de cem anos, ao que parece. E não era para menos, já que os proprietários corriam o risco de ver evaporar a sua fortuna caso o utilizassem!

Fonte:  FRAZÃO,Fernanda,“Lendas Portuguesas”,  Lisboa, Multilar,1988, p.25-29

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dia da Internet Mais Segura

Hoje é o Dia da Internet Mais Segura!
Celebra-se sempre no segundo dia da segunda semana do segundo mês do ano. Este ano a 5 de fevereiro.
Por certo os teus professores já andam a falar sobre as questões ligadas a uma navegação segura na Internet.
Mas, se quiseres saber mais, visita a página do Minuto Seguro da sapo.pt. Lá encontras 40 pequenos vídeos com conselhos e dicas para uma navegação mais segura.
Ora espreita:

Este vídeo fala sobre as salas de chat e a possibilidade de falares com estranhos. Como prevenir situações desagradáveis??
Esta e muito mais situações nos outros vídeos que encontras nesta página.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Semana da Internet Mais Segura

Vem aí mais uma Semana da Internet Mais Segura - este ano de 4 a 8 de fevereiro.

Ficam aqui os vídeos oficiais desta semana e o link para a Seguranet, para poderes espreitar os vários jogos e atividades:
 

 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

"A Festa da Passagem de Ano"


Os alunos do Pré-escolar, 1.º ciclo da escola de Espiche, da Escola da Luz,  do Bairro Operário foram contemplados com uma deliciosa história: "A Festa da Passagem de ano" de Margarida Fonseca Santos. O fim de ano visto pelo Frik, um cão muito especial!
Terminado o conto, entregaram-se à ilustração do mesmo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Participação no 1ºdesafio da Seguranet

Desenho do Alexandre da turma 15 de Santa Maria (professora Gorete)
 Desenho da Rafaela Martins da turma 7 do Bairro Operário (professor Miguel) 
Desenho do Miguel Ribeiro da turma 6 do Bairro Operário (professora Telma)
Desenho da Sandra da turma 16 de Santa Maria (professora Veronique)
Estes são os desenhos escolhidos para representar as turmas que participaram no 1ºdesafio da Seguranet.
Foram baseados na Carta dos Direitos das Crianças na Internet. Não conheces???

Então lê e vê se reconheces o direito exemplificado em cada um dos desenhos:

1.
Tens o direito de proteger a tua identidade quando estiveres a utilizar a Web.
2.
Tens o direito de não revelar dados pessoais se não souberes ou não tiveres a certeza de quem está do outro lado.
3.
Tens o direito de participar, de te divertires e de procurar toda a informação disponível que seja adequada à tua idade e personalidade.
4.
Tens o direito de te expressar livremente quando utilizares a Web, desde que respeites sempre os outros.
5.
Tens o direito de ser ouvido e de ser tratado com respeito.
6.
Tens o direito de proteger algo que tenhas criado, não importa onde, até mesmo na Internet.
7.
Tens o direito de ser crítico e debater tudo o que leste ou encontraste na Internet.
8.
Tens o direito de utilizar as novas tecnologias para desenvolver a tua personalidade e melhorar as tuas capacidades.
9.
Tens o direito de te proteger de vírus e lixo eletrónico (spam).


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Um slogan para a biblioteca de Santa Maria


Mais uma atividade feita pelos alunos para o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares na escola de Santa Maria - fantásticos slogans para a biblioteca.
Quem sabe se não podemos construir uns marcadores com estes slogans?!